Amanda Nunes rompe silêncio e culpa sinusite crônica por saída do UFC 213

Retirada do card do UFC 213 horas antes do evento, Amanda Nunes foi hospitalizada e permaneceu em silêncio até o início da tarde deste domingo (9), quando usou suas redes sociais para romper o silêncio e explicar aos fãs seus motivos para não entrar no octógono contra Valentina Shevchenko.

De acordo com a atleta, uma sinusite crônica a impediu de respirar adequadamente ao longo da semana, cenário que se agravou ainda durante a reta final de perda de peso, o que a teria deixada fraca e incapaz de assumir o risco de enfrentar uma luta de MMA, informa o MSN.

“Todos estão querendo ouvir meu lado, então aqui está ele… Tenho sinusite crônica, eu já lutei algumas vezes com isso antes mas, desta vez, não deu certo. Durante o processo de corte de peso, eu não conseguia respirar e me sentia tonta por causa da pressão no nariz. Não estava me sentindo bem o suficiente me arriscar a levar socos na cabeça com essa pressão. Fui levada ao hospital depois da pesagem, e eles apenas verificaram meu sangue e nível de desidratação, e me liberaram baseados nisso. No dia seguinte, voltei lá e fizeram uma tomografia computadorizada, onde descobriram um edema, e me passaram antibióticos e encaminharam a um especialista. Nunca cancelei uma luta antes. Peço desculpas aos meus fãs que vieram me ver. Eu farei acontecer na próxima vez que pisar no octógono. A luta está sendo remarcada, ainda quero essa luta. Ainda quero essa adversária. Obrigada”, narrou a baiana campeã peso-galo (61 kg) do UFC.

Retirada do card, Amanda, conforme revelou Dana White, não recebeu nenhum salário e agora está vetada de liderar algum card da organização. Em seu lugar no último sábado, Yoel Romero e Robert Hittaker assumiram o main event do show e acabaram eleitos pela melhor luta da noite.

09/07/2017

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