Casa de Custódia da Polícia Civil passará para secretaria de Ressocialização

Durante  solenidade de fechamento e assinatura da ordem de serviço para a reforma da Casa de Custódia da Polícia Civil, feita pelo governador Renan Filho, nesta terça-feira (11), o prédio e a custódia dos presos passará para a secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris).

Com o fechamento do prédio e a transferência dos detentos  para o sistema prisional, foi possível o retorno dos mais de 30 policiais civis, que realizavam a custódia dos presos, para a atividade-fim, que é a investigação de crimes.

Durante a solenidade, o governador Renan Filho visitou o local acompanhado do delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira, e presenciou o fechamento do imóvel.

O delegado geral esclareceu que existirão ainda outros quatro núcleos iniciais, que serão transformados em casa de Custódia, em diversas regiões do Estado, e repassados para a Seris, que tem pessoal especializado no tratamento com a população carcerária.

Durante seu discurso, o governador enalteceu e parabenizou a gestão do delegado-geral Paulo Cerqueira pelos avanços que ele tem proporcionado à instituição e aos policiais civis.”Os policiais civis voltarão a fazer investigação. Eles serão remanejados conforme as necessidades da Instituição e vão reforçar os trabalhos de outras equipes “, complementou.

O evento contou ainda com a presença do secretário de Segurança Pública, Lima Júnior, do defensor público-geral Ricardo Melro, do presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Alagoas, Robervaldo Davino, secretário adjunto de Políticas da SSP, delegado Manoel Acácio, e dos delegados e diretores da Polícia Civil, Ana Luiza Nogueira, Osvaldo Nunes, Cicero Lima, Antonio Carlos Lessa, Aydes Ponciano, Francisco Amorim e Valdeks Pereira.

Também compareceram o secretário de Ressocialização e Inclusão Social, Marcos Sérgio, comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marcos Sampaio, comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Adriano Amaral, perito-geral da Perícia Oficial, Manoel Melo, deputados, lideres comunitários e outras autoridades, além de policiais civis da Asfixia, do Tigre e agentes da Oplit e policiais militares.

12/07/2017

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